A história do Pato à Pequim

Pato à Pequim, um dos pratos mais conhecido da comida chinesa. Este prato espelha a tendência para as carnes mais gordas, e reflecte a sofisticação da cozinha instituída pelas cortes imperiais.

 

A história do Pato à Pequim

A receita remonta à Dinastia Yuan (séculos XIII e XIV) e terá chegado à Europa e à América à boleia dos imigrantes chineses, na segunda metade do século XIX.

Na versão tradicional, os patos são caseiros e criados especialmente para este fim, com um peso máximo de 2,4 kg. Depois de preparados e temperados (num processo que pode demorar até 24 h) vão a assar em forno de pedra. Cujo lume deve ser alimentado apenas com a lenha de árvores de fruta, que ajuda a conferir um sabor particular à carne.

A forma de servir este prato assume algumas variações. Na famosa cadeia de restaurantes Quanjude,  qual o primeiro restaurante abriu em 1864, e que está em Pequim como a Torre Eiffel está para Paris. O pato é levado inteiro até à mesa, com uma aparência tostada e luzidia. É copiosamente fatiado em cerca de 120 pedaços de carne macia com pele crocante.

Cabe depois a cada pessoa fazer a composição da refeição, sempre com recurso aos pauzinhos: um crepe cozido a vapor, um pedaço de apto, molho hoisin ou pasta de doce de feijão e tiras de cebolinha-verde.

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